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UGEIRM cobra solução para sobrecarga de trabalho e condições insalubres na DPPA de Lajeado

A direção do sindicato enviou um ofício à direção da Polícia Civil manifestando preocupação com a situação enfrentada pelos servidores lotados nas unidades vinculadas à DPPA de Lajeado, na 19ª Região Policial.

No ofício, a direção da UGEIRM comunica à Chefia de Polícia que, nas últimas semanas, diversos policiais relataram um cenário de sobrecarga de trabalho, causado pelo aumento das demandas e pelo número insuficiente de servidores para compor as equipes. O sindicato, afirma que a situação compromete a eficiência do serviço prestado à população e provoca desgaste físico e emocional nos trabalhadores, com risco real de adoecimento.

Policiais têm que dividir o espaço de trabalho com venenos para ratos

Além disso, a UGEIRM também recebeu denúncias sobre condições inadequadas e insalubres nas instalações da DPPA, incluindo a presença de ratos, representando um grande risco à saúde dos policiais e caracterizando um ambiente incompatível com a dignidade da atividade policial.

No documento encaminhado à Chefia de Polícia, o sindicato solicita a adoção imediata de medidas para:

– Reforço das equipes, por meio de redistribuição temporária de servidores ou outras estratégias administrativas;

– Saneamento urgente das instalações, com eliminação de vetores, limpeza adequada e manutenção estrutural.

O Vice-presidente da UGEIRM, Fabio Castro, destaca que “o sindicato está à disposição para dialogar e colaborar na construção de soluções que garantam condições dignas de trabalho aos servidores e assegurem a continuidade e qualidade do atendimento prestado à comunidade”. Fabio prossegue, lembrando que “essa situação não é exclusiva dos policiais civis de Lajeado, ela se repete em várias Unidades Policiais pelo estado, demonstrando a necessidade de uma ação firme do governo do estado, para garantir condições mínimas de trabalho aos policiais civis. É inadmissível que policiais tenham que trabalhar em meio a ratos, colocando sua saúde em risco para executar suas funções”, conclui Fabio Castro.