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Servidores redefinem calendário de mobilizações pela revisão geral dos salários e em defesa do IPE-Saúde

A direção da UGEIRM participou, na tarde da última quarta-feira (25) na Sede do CPERS, de uma reunião da Frente dos Servidores Públicos do RS (FSP/RS), que debateu a continuidade das mobilizações pela revisão geral dos salários e em defesa do IPE-Saúde.

Na reunião, as entidades fizeram uma avaliação das mobilizações realizadas até agora e reorganizaram o calendário das mobilizações regionalizadas, que estão acontecendo desde o início de junho em várias cidades do interior. A reorganização das datas se fez necessária por causa das chuvas que, desde o dia 17 de junho, vem atingindo boa parte do estado, deixando um grande rastro de destruição. Em respeito à população das várias cidades atingidas e à mobilização de esforços para a reconstrução, as entidades optaram por remarcar as próximas atividades.

As novas datas indicativas, definidas pelas entidades, são:

04 de julho – Ato Regionalizado em Pelotas
11 de julho – Ato Regionalizado em Santa Maria
12 de agosto – Ato Regionalizado em Tramandaí
26 de agosto – Ato Estadual em Porto Alegre

Esse calendário poderá ser ajustado, conforme as condições climáticas no estado e as possibilidades logísticas de cada local indicado. Ficou acordado que uma nova reunião do FSP/RS será realizada nas próximas semanas, quando será realizada uma nova avaliação sobre a viabilidade das mobilizações, garantindo a segurança das(os) participantes e a efetividade das ações.

O Vice-presidente da UGEIRM, Fabio Castro, reafirma a importância dessas mobilizações: “a pressão sobre o Governo precisa ser intensificada nesses próximos meses. Nossos salários estão cada vez mais defasados e com menor poder de compra. No próximo ano teremos eleições para Governador e sabemos que Eduardo Leite tem ambições eleitorais. Portanto, nossa mobilização tem que demonstrar para a população como temos sido tratados desde o início do seu mandato. Nós, policiais civis, temos que deixar claro que os números positivos da segurança pública foram alcançados apesar do enorme arrocho salarial imposto pelo governo”.