Tem de tudo nesta quarta-feira na Feira do Livro

Nesta quarta-feira, 8 de novembro, a grade de programação da Feira do Livro é bem variada. Entre convidados estrangeiros, estão o português Ricardo Araújo Pereira e a nigeriana Remilekun Owadokun. Presença brasileira muito espera é a mineira Conceição Evaristo. Saiba mais!

FASE

10h30min – 15h
Mostra de projetos das unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo – FASE Tenda de Pasárgada – Praça da Alfândega, diante do Memorial do RS

14h – 20h30min Encontro anual da Fundação de Atendimento Socioeducativo – FASE na Feira do Livro de Porto Alegre

Auditório do Memorial – Primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul

Promoção: ALICE – Agência Livre de Informação, Cidadania e Educação

ESCRITORES ESTRANGEIROS

14h

Como eu perdi 40 quilos: a jornada que mudou minha vida

Sala Oeste do Santander Cultural – Rua 7 de Setembro, 1028

Relato de uma jovem nigeriana que ficou conhecida no mundo por desenvolver uma técnica de consciência alimentar e hoje ajuda pessoas a emagrecer. Com a autora do best seller “How I lost 40 KG”, Remilekun Owadokun. Entre outros livros da autora, “Como perdi 40 quilos” está exposto no estande da SBS, na Área Internacional da Feira do Livro – 1º andar do Memorial do RS

19h30min

Humor, ou senso de humor, é, na verdade, um modo especial de olhar para as coisas e de pensar sobre elas? Uma estratégia para reagir a sofrimentos?

Teatro Carlos Urbim – Entre o Margs e o Memorial do Rio Grande do Sul

A escrita de (e com) humor será o tema do encontro dos escritores Ricardo Araújo Pereira (Portugal), Luis Fernando Verissimo, Antonio Prata e Gregório Duvivier, com mediação de Roger Lerina. Para esta atividade, haverá distribuição de senhas no mesmo dia, a partir das 12h30min, no Balcão de Informações da Feira.

JORNADAS

15h

A jornada do escritor – a formação dos escritores de literatura fantástica

Sala Oeste do Santander Cultural – Rua 7 de Setembro, 1028

Os desafios, mitos, monstros e magos para quem escreve literatura fantástica. Processo de escrita, dificuldade de encontrar uma editora, publicação independente, armadilhas a que o autor iniciante está sujeito e desilusões e pequenas conquistas. Esses serão os temas dessa conversa que reunirá Artur Vecchi, Christopher Kastensmidt, Duda Falcão e Kátia Regina Souza.

16h30min

Expedições culturais: Havana pós Fidel e Pelos caminhos do Tibet.
Auditório Barbosa Lessa – Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (CCCEV) – Rua dos Andradas, 1223
O jornalista, escritor e aventureiro Airton Ortiz revisita os dois extremos do mundo, através de seus relatos. Diversos títulos sobre Cuba e Fidel, em versão original, são encontrados na Livraria Calle Corrientes, na Área Internacional da Feira do Livro – 1º andar do Memorial do RS

A PALAVRA

18h Sarau do Instituto Estadual do Livro no Palavra Falada em homenagem ao autor Paulo Bentancur
Café do MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul

Leitura de trechos da obra do autor homenageado sob a coordenação de Ana Mello, Patrícia Langlois, Marô Barbieri, Jacira Fagundes, Waldomiro Manfroi, Lilian Manfroi

18h
Conceição Evaristo: A palavra como herança, mesa- redonda com a autora, Priscila Pasko e Luiz Maurício Azevedo Teatro Carlos Urbim – Entre o Margs e o Memorial do Rio Grande do Sul

19h30min

Conceição Evaristo autografa “Becos da Memória” e de “Olhos d´Água” (Ed. Pallas)
Praça de Autógrafos

BIENAL E FEIRA
17h
Abertura oficial do Espaço “Bienal e Feira: mãos dadas pela cultura”
Em frente à entrada principal do Santander Cultural
A Fundação Bienal do Mercosul e a Feira de Livro de Porto Alegre estão irmanadas no sentido de trazer à discussão as marcas das três matrizes principais da formação do povo brasileiro – indígena, africana e europeia – e seus desdobramentos na arte contemporânea, na literatura e na cultura em geral. No espaço, o visitante encontrará vestígios dessas matrizes.

POESIA
18h
A Poesia do Incômodo
Sala Oeste do Santander Cultural – Rua 7 de Setembro, 1028
O que, na poesia e nas artes visuais, pode haver de incômodo e, ao mesmo tempo, afirmar o desejo de que elas, como produção de sujeitos enraizados em certo lugar e tempo, provoquem alguma “incomodidade” como sinal de menos aos lugares de nascença seguros, rodeados de grades e cães de caça? Com Eliane Marques e Diego Dourado