Mais um policial é vítima da política homicida do governo Sartori/PMDB

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A política homicida de desmonte da segurança pública, executada pelo governo Sartori/PMDB, levou a vida de mais um policial. Na tarde do último sábado (4), um policial militar da reserva foi morto a tiros quando trabalhava de segurança em uma madeireira na Zona Leste da Capital. O policial foi atingido pelas costas por dois assaltantes que saíam da madeireira. A Polícia Civil está encarregada das investigações e já identificou os suspeitos.

As faces perversas do governo Sartori/PMDB

A morte do policial militar da reserva, Paulo Henrique Borges Vidal, mostra as duas faces perversas da política do governo Sartori/PMDB na área da Segurança Pública. A primeira é o desmonte material com o corte de investimentos na área, o que levou a um aumento absurdo da violência no nosso Estado. Os bandidos estão cada vez mais ousados, pois sabem das limitações materiais da polícia no combate à violência. Os assaltos se tornam cada vez mais frequentes e os assaltantes cada vez mais ousados. Uma mostra disso é o aumento do número de latrocínios, roubos seguidos de morte, no nosso estado. No caso da morte de Paulo Henrique, salta aos olhos a covardia do assassinato, executado pelas costas, sem nenhum sinal de que tenha ocorrido alguma reação do colega.

bm_mortoA outra face da política covarde do governo Sartori/PMDB, é o ataque aos salários dos policiais. Paulo Henrique já estava aposentado, no entanto, para manter sua renda, tinha que continuar trabalhando como segurança. Depois de prestar serviços à sociedade durante trinta anos, o correto seria o policial ter um salário suficiente para gozar a sua merecida aposentadoria na companhia da família. No entanto, a política de ataques aos salários do servidores do governo Sartori/PMDB quase obriga os policiais a continuarem na ativa, muitas vezes em condições precárias, como seguranças privados.

Para o presidente da UGEIRM, Isaac Ortiz, “a sociedade precisa se mobilizar para defender aqueles que a protege contra a violência. Quando um policial é atacado, toda a sociedade está sendo agredida. É a capacidade da sociedade de combater a violência que está sendo posta em cheque. Não é mais possível que o povo gaúcho se mantenha em silêncio diante dessa política homicida do governo Sartori/PMDB. Ou damos um basta agora, ou estaremos condenados a viver amedrontados pela violência”.